
A Série JOGOS PARA SEMPRE, continua hoje relembrando a final do Catarinense de 1995, no dia 1º contamos como foi o segundo jogo da decisã, hoje dia 6 completamos 14 anos da segunda batalha da final de 95, jogo que teve de tudo, a Chapecoense fez o que podia e contaremos agora como foi aquela partida.
Naquela tarde de domingo, o estádio Heriberto Hulse registrou o maior público da história do Futebol Catarinense, 33 mil pessoas se apertavam para ver a grande decisão, a Chapecoense tinha a vantagem do empate, mas o regulamento da epoca era cruel, não valia saldo de gols.
Jogo começa e logo a 1 minuto e 30 segundos de jogo, Zozimo derruba o jogador Paulo da Pinta, Falta na ponta esquerda na cobrança foi Luiz Carlos Oliveira que bateu fraco mais o goleiro do Verdão Pedro Paulo falha feio e o Criciúma abria o Placar.

O triste frango de Pedro Paulo
Precisando do empate a Chapecoense foi pra cima, Titi perdeu um gol feito, Paulo Rink mandou uma bola na trave e se atrapalhou em um chute, Indio fez toda uma jogada no meio de campo e bateu forte pra uma excepcional defesa do goleiro Sadi.
Como a Chapecoense se lançou pra frente teve suas consequências, Ivair, Itá e Zozimo foram expulsos, o que prejudicou muito a Chapecoense na prorrogação principalmente.

Renildo Nunes expulsando o Zagueiro Zozimo
Mas não teve jeito a Chapecoense com o que foi considerado um dos melhores times de sua história acabou perdendo o titulo, uma tristeza parecida e até pior do que vivemos no Catarinense desse ano, mas todos sabemos o que esse time de 95 reprensetou pra Chapecó e pro estado Catarinense, jogava um futebol ofensivo, muitas vezes no 4-3-3 e tinha um banco extremamente qualificado.
CRICIÚMA – Sadi, Sandro, Alexandre Lopes, Wilson, Gilson, Bolé, Paulo da Pinta, Wanderley (Rudnei), Luiz Carlos Oliveira (Carlos Henrique), Giovani e Eliel.
Tecnico – Luiz Gonzaga Miliolli
CHAPECOENSE – Pedro Paulo, Cambé (Alessio), Zozimo, Oliveira, Itá, Ivair , Titi, Ney , Maringá(Charles), Indio e Paulo Rink.
Tecnico – Vicente Arenari
Renda: 115,815,00
Publico: 31,123
Arbitragem: Renildo Nunes com Vayran da Silva Rosa e Alcides Pazzeto






6 de agosto de 2009 | as 14:38
Eu tava lá . . . . Frangaço do Pedro Paulo . . .
6 de agosto de 2009 | as 15:01
A maior “garfeada” da história do futebol catarinense! Aquele campeonato foi muito mais dolorido do que este, uma vez que naquele ano tinhamos certeza da conquista, pelo time que tinhamos.
6 de agosto de 2009 | as 16:05
que cheroooooooo de merdaaaa
6 de agosto de 2009 | as 16:17
Este ” Parisotto ” é mal educado mesmo, alem de fake , é um idiota mesmo . . .
6 de agosto de 2009 | as 17:21
Este ” Parisotto ” é mal educado mesmo, alem de fake , é um idiota mesmo . . . [2]
mais respeito cara…
aki n é a casa da mae joana nao.
6 de agosto de 2009 | as 17:50
COISAS DO PASSADO!!!!
6 de agosto de 2009 | as 18:28
Aqui se faz aqui se paga. No passado favoreceram tanto o Criciuma, que hoje ele ta caindo pelas tabelas AdeusTigre..
6 de agosto de 2009 | as 19:35
Eu estala lá em 95…………e estava tambem em 2.007………descontamos com juros………estava tambem em 2.009…….mas esta é outra história que vamos acertar no futuro………
6 de agosto de 2009 | as 20:59
Qual foi galera?
Sempre participo aqui, dando comentários produtivos para o blog que podem acrescentar mto. Tenho uma boa visão e uma boa opiião sobre os fatos que ocorrem com a nossa gloriosa Chapecoense.
Porém, não pude deixar de falar que estava cheirando a merda este jogo Criciuma 1×0 Chapecoense.
Pois eu estava lá e vi que aquilo não tava legal não.
Tava realmente um chero de merda insuportável.
6 de agosto de 2009 | as 23:16
Cagaro na cabeça do Pedro Paulo
6 de agosto de 2009 | as 23:30
DISCURSOES , FAZEM PARTE DO FUTEBOL.
CADA UM SE EXPRESSA DA FORMA QUE QUER!!!!
7 de agosto de 2009 | as 20:29
Concordo.