Escrevi semana passada que um time que joga mal pode ganhar uma ou duas partidas, mas não adianta pensar que vai longe num campeonato porque estará se enganando. Pois domingo passado pegamos um time um pouco melhor do que o Juventus e deu no que deu. Tem que começar a jogar bem. Claro que não dá pra jogar bem sempre, ai entra a máxima do futebol, o importante é a vitória. Mas uma partida ruim lá de vez em quando é uma coisa. Na maioria dos jogos tem que mostrar qualidade, tem que jogar bem, mostrar jogadas ensaiadas. Na quarta-feira, contra o Criciúma, a Chapecoense já foi melhor. Pelo menos os jogadores mostraram raça, vontade e determinação. Até vibraram todos juntos nos gols de Filipe e Tuto. É isso ai, tudo começa por ai. Agora, no domingo, é a chance para provar ao torcedor que o time merece crédito. É o jogo da afirmação.
ATRAÇÃO
Bruno Cazarine, por si só, já é uma atração especial na Arena Condá, domingo, às 18h. O torcedor, que ta irritado com Rafael Santiago e Cadu Mineiro, agora vai poder ir ao estádio para ver um grande ídolo de volta. Cazarine já ganhou até faixa da torcida com o codinome Cazagol. Domingo com certeza a faixa vai estar de volta nas arquibancadas. E para aproveitar todo esse carinho do torcedor com o jogador, a diretoria já pensa sim em lançar camisas com a marca Cazarini, inclusive muitos deram essa sugestão aqui no blog. Mais, quarta-feira entrevistei o presidente Nei Maidana e o Bruno na Rádio Chapecó, ao vivo na pré-jornada, e fiz essa pergunta ao Nei. Ele disse que a Chapecoense, inclusive, está pensando em fixar o número de cada jogador, como é no futebol europeu. Ou seja, cada um terá seu número. A 9 já tem novo dono e a diretoria está se mexendo para aproveitar esse momento. Em tempo, é esperada para hoje, até às 19h, a liberação do jogador no BID. Tudo deve dar certo e o Cazagol vai poder estrear contra o Imbituba.
MAURO OVELHA
O Mauro tem que parar de ser medroso. Essa não é a característica de um vencedor. E a própria Chapecoense, com ele no comando, nunca foi assim, pelo menos no ano passado não era. Mas veja bem. Contra o Avai, na Ressacada, com um a mais em campo, o treinador foi medroso. Podia ter jogado o time pra frente no segundo tempo e ter vencido a partida. Faltou coragem. Ele fez alterações óbvias, substituindo seis por meia dúzia, como se diz no ditado popular. Quarta, contra o Criciúma, de novo. O time tava bem em campo. Mas daí ele me tira o Neném pra colocar o Steve, um meia por um volante, ai não dá pra entender e nem pra aceitar. Porque não colocou o Mazinho ou outro homem de frente!!! Recuou o time e quase perdeu o jogo, não fosse a grande partida do garoto Ricardo. Era um jogo que a Chapecoense podia vencer, mas faltou coragem para o treinador. Pergunta: será que Mauro Ovelha está tendo aulas com Celso Roth? Retranqueiro não dá. Um abraço e domingo todos à Arena, o jogo é às 18h.







