Segunda casa
A bela e acolhedora Imbituba tem se notabilizado por ser a segunda casa da Chapecoense. Dois jogos, duas vitórias: 100% de aproveitamento na Capital Nacional da Baleia Franca. O codinome do Estádio Emília Mendes Rodrigues é Ninho da Águia, mas daqui a pouco vai mudar para a Taba do Índio. O Verdão foi senhor do jogo neste domingo. Neutralizou as principais jogadas dos anfitriões e mostrou uma criatividade jamais vista nesta temporada. Enfim, o 4-3-3 do técnico Guilherme Macuglia funcionou.
Acertou
O treinador definiu o esquema depois de uma “semanada” de treinos. Outras formações foram testadas. Alguém dizia, preocupado: mas a presença de três atacantes não deixa o time aberto. Acontece que Rogério, o grande nome do duelo, é um jogador versátil. Com a bola, torna-se um terceiro atacante, sem ela, recompõe o meio e transforma o 4-3-3 num 4-4-2. Detalhe preponderante: ninguém atuou mal. Todos foram importantíssimos.
“Lista de espera”
Notadamente, a Chapecoense evoluiu em relação ao confronto contra o Joinville. Dois dos novos contratados estrearem: Rogério e Eduardo Erê. Há mais atletas para envergar a camisa verde-branca: Marcelo Ramos, Kleber Goiano, Wilson Surubim, que aprimoram a parte física, e Bronzatti, lesionado. Conforme comentara dias atrás, a existência de uma “lista de espera” serve de alento para o torcedor. A tendência é melhorar.
Reforçar
Mas, para melhorar acentuadamente, até porque a Série C – o nosso verdadeiro foco – é uma competição duríssima. É interessante contratar mais um meia-de-ligação e um atacante. O meia Irineu, terceiro artilheiro do Paranaense e craque do campeonato entre os clubes do interior, interessa ao Marcílio Dias. Ele disputou o Estadual pelo Cascavel. Será que não serviria ao Verdão? Se o Marinheiro, da Segundona, tem cacife para contratá-lo, o mesmo se espera da Chapecoense.






