Muito bem lembrado pelo jornalista Rodrigo Goulart, ontem completamos um ano daquela chuva de granizo, que nos colocou na Série C. Acompanhe:
O torcedor da Chapecoense reza, faz figa e não economiza promessas para que 16 de outubro fique incutido na história do clube como uma data especial. No dia citado, o time do Oeste visitará o Ituiutaba (MG) para o segundo e decisivo encontro pelo mata-mata de acesso à Série B. Para que esta tão sonhada ocasião chegasse o Verdão precisou ralar um bocado. Primeiro, a equipe empapou a camisa de suor no Catarinão de 2009 para galgar espaço na Série D. Depois, na competição nacional, sofreu para ascender à Série C, onde se encontra atualmente.
No dia 27 de setembro do ano passado, o Índio perdeu por 1 a 0 para o Araguaia, na Arena Condá, mas graças ao saldo qualificado – vencera o duelo de ida no MT por 2 a 1 – garantiu a classificação. Portanto, nesta segunda-feira o acesso à Terceirona completou um ano. Aquela foi uma partida épica, emocionante do início ao fim, com direito à chuva de pedra, que embranqueceu o gramado da Arena. Assim mesmo, a torcida não arredou o pé do estádio.
Alguns dos guerreiros daquela batalha continuam no clube. Que a lembrança daquele inesquecível momento sirva para ampliar a motivação do grupo nos confrontos diante do Ituiutaba. Acima, fotos daquela incrível jornada.
Matéria do Terra destaca a campanha da Chapecoense.
Em um ano em que o estado de Santa Catarina foi vítima de sérias enchentes, o acesso da Chapecoense na primeira edição da Série D não poderia ser conquistado de outra forma que não fosse embaixo de chuva. E não foi pouca água, tanto que a partida decisiva contra o Araguaia precisou ser até paralisada por alguns minutos em razão da queda de granizos.
No fim das contas, o clube da cidade de Chapecó, entre os mais bem estruturados da competição e inspirado no Avaí, acabou como um dos quatro que tiveram a promoção confirmada. Assolado por lesões sérias, o elenco do time conhecido como o Verdão do Oeste se superou, batalhou contra viagens esgotantes e inesgotáveis em que cruzou o Brasil e escreveu uma nova e bonita página em seus 36 anos de história.
Não imaginei que a pouca visão de muitos “torcedores” da Chapecoense fosse de tamanha expressão. Com muita sorte minha rede de contatos é formada por pessoas de cabeça aberta, de visão, e que expressam suas opiniões baseada em fatos. Imaginei que esta parcela de “torcedores” que só prestam para dar dinheiro ao Verdão se restringisse apenas aqueles poucos imbecis que se dependuraram da grade para xingar o time, e por ironia, tinha até um coitado (este por sinal, um ícone daqueles que estavam ao seu lado) com a camisa do Grêmio, coitado mesmo, achou que estava em Porto Alegre.
Mas estava enganado. Esta parcela de “torcedores” é muito maior do que imaginava. Leia o resto deste post…
Para o volante Luis André, a Chapecoense perdeu a vaga no jogo de ida, disputado no Maracanã. “A gente perdeu a classificação no primeiro jogo. Se tivesse tido um rendimento melhor lá, a gente poderia ter a classificação hoje (domingo)”, declarou o volante. No entanto, apesar da eliminação, o jogador exaltou a luta do elenco, que ao menos garantiu o clube na Série C de 2010.
“Mas está todo mundo de parabéns, porque conseguimos lutar. Numa infelicidade que acontece no futebol, não conseguimos. Mas faz parte do futebol. Nem sempre a gente vai conseguir”, finalizou.
A falha no lance do primeiro gol do Macaé na derrota por 3 a 2 para a Chapecoense, na cobrança de falta, não sai da cabeça do goleiro Nivaldo.
— É como um filme que fica passando.
Até o final da tarde desta segunda-feira, dia 19, ele não tinha dormido. Ele tentava ver televisão, foi ao clube e ao banco.
— Não consigo me concentrar em nada.
Nivaldo até ficou surpreso com a reação dos torcedores ao final do jogo. Eles gritaram seu nome quando levou o gol.
— Fiquei emocionado, pois esperava muita vaia — confessou.
Nivaldo se considera responsável direto pelo time não ter chegado na final da Série D, uma vez que o time tinha feito os 3 a 0 necessários, quando falhou.
— Eu entreguei o jogo — assumiu.
Na hora, o goleiro disse que chegou a ficar cego por um momento e sem força nas pernas. O contrato de Nivaldo com a Chapecoense termina em dezembro. Mas ele quer continuar para não deixar o time com uma imagem negativa. Afinal, não podem ser apagados os mais de 100 jogos pelo clube e um título estadual em 2007.
Seguinte pessoal, domingo a Raça Verde estará realizando uma concentração no tradicional local de encontro da torcida, no Olimpikus Bar, próximo a AABB. A Raça está organizando um almoço com valor de R$10,00 (churrasco e acompanhamentos), com inicio de movimentação as 11:00hs. Haverá também ensaio de cantos e gritos de guerra, e as 14hs partirão para a Arena.
Não deixe de comparecer e começar desde cedo a viver este que será mais um grande dia que entrará para a história da Chapecoense. Vamos pra Arena já prontos pra festa.
Nós Acreditamos
12 de outubro de 2009 | 04:25 pm
Publicado por: Marcelo Júnior
Entramos na semana decisiva. Temos alguns dias para organizar a maior festa já vista no Índio Condá, para mostrarmos para o país o porque somos mais que 11.
Nos post anterior tem informações de como ajudar financeiramente a construção da festa.
E agora o blog criou um papel de parede para não esquecermos da batalha que teremos neste próximo domingo. Para fazer o download, basta clicar nos links abaixo.
E quem estiver expondo na Efapi 2009, nós pedimos encarecidamente para que coloquem este wallpaper em seus computadores, para ajudar a difundir a campanha, afinal nossos torcedores devem respirar este dia, devem vive-lo a cada minuto.
E não se esqueça de levar papel higiênico, fumaça ou sinalizadores para a Arena no dia 18. Vamos todos fazer um verdadeiro INFERNO VERDE!
No primeiro dia de venda de ingressos para o confronto entre Chapecoense e Macaé, no dia 18, no Estádio Índio Condá, a procura por carteirinhas de sócios surpreendeu.
— Somente hoje (quinta) foram 39 cadastros novos — disse o funcionário do clube, Eduardo Nunes.
Um dos novos associados é Adriano Edson de Andrade, promotor de cursos de capacitação. A classificação para a Série C foi decisiva para ele fazer a carteirinha, já que o clube tem calendário no ano todo em 2010.
Andrade vai pagar R$ 25 por mês, para ter acesso ao setor da Geral. Se fosse comprar ingressos, gastaria cerca de R$ 40 por mês. Ele pretende estrear a carteirinha no jogo contra o Macaé.
Na quinta-feira, também foram vendidos cerca de 200 ingressos para a partida em que a Chapecoense tentará reverter os 2 a 0 do Rio de Janeiro e avançar à final do campeonato.
O pessoal da comunidade do Orkut está se mobilizando para arrecadar dinheiro para fazer uma baita festa na Arena no dia 18. Quem estiver interessado em ajudar com qualquer quantia, por favor, entre em contato com o Bruno, pelo telefone 8814-6454. Vamos provar que somos mais que 11.
E quanto aos cachecóis, ainda restam 20 unidades para que possamos dar sequencia a encomenda. Para quem ainda não fez sua encomenda, basta se cadastrar no formulário, que pode ser acessado pelo link abaixo.
Verdão do oeste faz feio em pleno templo do futebol. A Chapecoense esqueceu de jogar a bola que vinha jogando nesta Série D e perdeu pelo placar de 2×0 para o time do Macaé, ambos os gols de Bruno Luís, do time fluminense.
Talvez seja pelo vislumbre de jogar no Maracanã, mas ambos os gols do Macaé foram de bobeadas feias dos defensores da Chape, culminando novamente com o incrível número de gols perdidos, a Chapecoense precisa agora faze três gols de diferença para sair com a vaga na final da Série D.
O maior destaque da Chape neste jogo foi sua torcida. Cerca de 400 torcedores do time oestino compareceram do Maraca.
Começa agora a mobilização para a batalha na Arena Condá, dia 18 a torcida deve lotar o estádio e conseguir esta classificação na base da garra.